O
carnaval teve origem no Egito há
4000 anos a.C. e tinha como objetivo celebrar a fertilidade e colheita das
primeiras lavouras. Era também associada a deuses, como Ísis (Egito) e
Dionisus, Baco, Saturno e Pã (Greco-Romano).
Quando
se inicia o processo de Evangelização, o que havia de positivo nas festas pagãs,
permaneceu, a exemplo temos a música a dança e ambiente de alegria. Contudo a
igreja purifica esse tipo de evento de excessos como sexo, bebidas, drogas e
cultos Idólatras.[1]
Evidencia-se,
portanto que muitas pessoas optam por “curtir”
um Carnaval, que gera na
quarta-feira de cinzas, uma sensação de ressaca física ou moral, pois sabem que
no fundo não realizaram algo que verdadeiramente as preenchessem.
“Curtir”
uma festa, entretanto é algo maravilhoso, algo que o próprio Jesus experimentou
como podemos acompanhar no Evangelho segundo São João no capitulo dois onde ele
narra as Bodas de Caná.
É
importante anotar no seu caderno a seguinte lição: para aproveitar
verdadeiramente um Carnaval não é
preciso que seu corpo e sua alma sejam destruídos ou usados como mercadoria
para satisfação sua ou de outro.
Para
acordar na quarta-feira de cinzas sem a temida ressaca você pode buscar um
retiro de Carnaval (Diocese,
Comunidades, Movimentos...). Onde você poderá dar um “Curtir” num Carnaval que talvez seja diferente do que você
esta acostumado, mas com esse “Curtir”
de forma sincera Deus poderá fazer como fez e faz maravilhas prodigiosas em
minha vida a partir do meu SIM a ele nesses cinco dias.
Deus abençoe
E que Aquela que
é medianeira de todas as Graças interceda por ti!
Luan Sanábio
[1] Fragmento adaptado da Formação: Carnaval (história do), portal Canção Nova.
Luan Sanábio
é Turismólogo e membro em formação da Comunidade Ostensório Vivo.


Nenhum comentário:
Postar um comentário